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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Íris

Seu nome científico é Iris germanica e pertence à família Iridaceae.
Suas folhas tem o formato de lâminas e podem chegar a 50 cm de altura. A partir da espécie em questão, vários híbridos foram desenvolvidos com as mais variadas cores.
Suas flores se abrem na parte da manhã e as pétalas caem ao final da tarde. A floração ocorre a partir de agosto e se estende até o verão.
Observou-se que o trinca-ferro se alimenta de suas pétalas.
É propagada por meio de seus rizomas (caule subterrâneo). Inclusive, tais rizomas são aromáticos e empregados na indústria da perfumaria.
É uma planta resistente e que exige poucos cuidados. Suporta bem a falta de umidade no solo por períodos prolongados.
Pode ser plantada a sol pleno ou à meia-sombra.
Adequada para formar bordaduras, delimitando áreas, ou maciços.
Há de se ter cuidado ao manipular essa planta, pois sua seiva pode ser tóxica se ingerida ou causar irritações se em contato com a pele.

Detalhe da flor de íris.

Trinca-ferro se alimentando das pétalas.



 

sexta-feira, 31 de julho de 2020

Kalanchoe

Nome popular: kalanchoe, flor-do-papai, flor-da-fortuna
Nome científico: Kalanchoe blossfeldiana
Família: Crassulaceae

Planta suculenta, com até 40 cm de altura. Originária do continente africano (Madagascar).
Suas variedades apresentam flores de cor vermelha, laranja, amarela, rosa, lilás e branca.
Pode ser cultivada sob sol direto, de preferência evitando-se o sol das 11 horas às 14 horas, meia-sombra ou em ambientes com luz indireta. Desta forma, se presta para compor bordaduras em jardins, cultivada em vasos dentro de casa e em floreiras.
As mudas podem ser obtidas por meio de estacas com 5 centímetros de comprimento.
Existe a crença de que cultivar essa planta ou presentear alguém com ela traz prosperidade.

Foto do autor.


quinta-feira, 30 de julho de 2020

A lenda da araucária

A araucária também é conhecida como pinheiro-do-paraná.
Seu nome científico é Araucaria angustifolia e é uma gimnosperma, ou seja, uma planta que não produz frutos, assim, suas sementes ficam expostas. Por sinal, sua semente é o pinhão.
Uma bela lenda indígena explica a origem desta maravilha da flora brasileira.
Certa vez, um índio saiu para caçar uma onça. Nisto ele viu a curandeira da tribo inimiga que também andava pela mata e se apaixonou por ela. Após matar a onça, carregando-a em seu ombro, o caçador encontrou a bela índia que ao ver aquela cena, se assustou e desmaiou. Guerreiros da tribo inimiga encontraram a curandeira nos braços do índio que a amparava. Eles pensaram que ele havia causado algum mal a ela, e o mataram a flechadas. Tupã, comovido com a situação, transformou o índio em uma árvore, sendo seu corpo o tronco, as flechas seus galhos, as gotas de sangue que pingavam do seu corpo em sementes e a índia em uma ave, a gralha-azul. A gralha-azul enterra as sementes da araucária para que o índio possa sempre renascer.

Foto do autor.

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Fruta-de-lobo

Nome popular: fruta-de-lobo, lobeira
Nome científico: Solanum lycocarpum
Família: Solanaceae

Arbusto espinhento, tortuoso, com cerca de 3 metros de altura.
Típico do Cerrado e da vegetação de transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado, crescendo preferencialmente em solos mais secos, nos campos. Produz flores azuis.
Seu fruto, com cerca de 15 centímetros de diâmetro, faz parte da dieta alimentar do lobo-guará, por isso o nome. A frutificação ocorre em agosto e setembro.
Tanto o fruto como as flores são utilizados na medicina popular.

Fruta-de-lobo. Foto do autor.

Restos de fruta-de-lobo deixados pelo lobo-guará. Foto do autor.

Flores de fruta-do-lobo. Foto do autor.


Magnólia-do-brejo

Nome popular: magnólia-do-brejo, pinha-do-brejo, baguaçu
Nome científico: Talauma ovata
Família: Magnoliaceae

Atinge 12 metros de altura. Tem preferência por solos muito úmidos, brejosos. Suporta o sombreamento em sua fase inicial de desenvolvimento.
A madeira é de baixa durabilidade.
Suas flores de cor creme aparecem nos meses de outubro a dezembro.
Se reproduz por sementes. O fruto se abre mostrando as sementes envoltas em arilo vermelho ou alaranjado que são dispersadas por pássaros que delas se alimentam. A maturação dos frutos ocorre nos meses de agosto e setembro.
Tanto o desenvolvimento das mudas como das plantas no campo é lento.

Fruto de magnólia-do-brejo. Foto do autor.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Paineira-rosa

Nome popular: paineira-rosa
Nome científico: Ceiba speciosa
Família: Bombacaceae

Ocorre nos estados do RJ, SP, MG e PR.
Árvore de grande porte, chegando a 18 metros de altura.
Tanto as mudas como a planta no campo têm crescimento rápido. Prefere solos úmidos e deve ser cultivada a sol pleno.
Possui acúleos no caule e ramos. Acúleos lembram espinhos, porém, eles se diferem pelo fato dos acúleos se soltarem facilmente da planta. Seu caule é esverdeado.
A madeira é macia e de baixa durabilidade.
Quando em floração, a planta fica coberta de flores rosadas que são visitadas por beija-flores. A árvore é muito ornamental, por isso, é cultivada em praças, grandes jardins e nas propriedades rurais. Floresce de dezembro a abril.
Produz um fruto grande que se abre mostrando a paina, filamento de cor branca que envolve as sementes. Com o vento, fragmentos dessa paina são levados para longe da planta-mãe carregando uma semente. Frutifica em julho/agosto, quando a planta perde todas as folhas ostentando somente os frutos (foto).
A paina já foi muito usada para enchimento de travesseiros.
É facilmente propagada por sementes.

Fruto da paineira-rosa. Foto do autor.

terça-feira, 21 de julho de 2020

Reflorestamento no sítio: Palmeira-jerivá

Nome popular: palmeira-jerivá
Nome científico: Syagrus romanzoffiana
Família: Arecaceae

Atinge 12 metros de altura.
É encontrada no RJ, SP, ES, BA, MG e PR, na Mata Atlântica.
Esta palmeira é muito cultivada em praças e jardins, por ser bem resistente e aceitar bem o transplante de mudas já desenvolvidas (2-3 metros de altura).
Pode ser plantada sob sol pleno ou sob sombreamento leve.
Produz um palmito de sabor muito amargo que é apreciado por algumas pessoas.
Seus frutos de cor amarelo-alaranjado são comestíveis. Também são procurados por animais como esquilos e pássaros como periquitão-maracanã e gralha-picaça.
A espécie se adapta tanto a solos de várzeas, úmidos, como a encostas, de solo mais seco.
Como ela tolera o sombreamento leve quando jovem, é adequada para diversificar a vegetação de matas em regeneração. Onde pode ser plantada na forma de mudas ou por meio do lançamento de suas sementes.
O crescimento é de lento a mediano. Na imagem, uma planta com três anos de idade.

Foto do autor.

Fruto da palmeira-jerivá. Foto do autor.



Reflorestamento no sítio: Palmito-juçara

Nome popular: palmito-juçara, palmito-doce
Nome científico: Euterpe edulis
Família: Arecaceae

Espécie típica da Mata Atlântica, ocorrendo em estados como BA, ES, RJ, SP, MG e PR. A planta atinge 15 metros de altura. O crescimento das mudas e das plantas no campo é lento.
Seu palmito é considerado o de melhor qualidade, porém, seu corte é proibido nas áreas de preservação permanente, uma vez que a espécie se encontra ameaçada de extinção. Quando cultivada em pomares, a planta já produz palmito aos 7/8 anos de idade.
As mudas devem ser plantadas sob sombreamento, pois não toleram luz direta nos três primeiros anos de vida. Por isso, a espécie é muito indicada para diversificar a vegetação de uma mata.
O cultivo na mata pode ocorrer plantando as mudas já formadas ou lançando as sementes sobre o solo.
Na imagem abaixo, uma planta com 1 ano e 6 meses de idade, cultivada em terreno sombreado com solo úmido e profundo. Também pode ser cultivada em encostas desde que receba sombreamento.
O local do cultivo deve estar protegido de cavalos e gado bovino, pois suas folhas são consumidas por esses animais.
Produz grande quantidade de frutos que são consumidos avidamente por algumas espécies de aves como jacus e tucanos.
A polpa dos frutos dá origem ao juçaí, semelhante ao açaí.
É uma palmeira ornamental cultivada em praças, jardins e até em vasos grandes.

Foto do autor.

Reflorestamento no sítio: Ingá-feijão

Nome popular: ingá-feijão
Nome científico: Inga marginata
Família: Fabaceae

Atinge cerca de 8 metros de altura. Tem preferência por solos úmidos e profundos.
O crescimento das mudas e da planta no campo é rápido.
Deve ser cultivada a sol pleno, suportando algum sombreamento enquanto jovem.
Produz grande quantidade de flores que são atrativas para beija-flores e levemente perfumadas.
Seus frutos são comestíveis e procurados por muitas espécies de aves e alguns mamíferos (micos-estrela).
A madeira é macia e de baixa durabilidade, sendo mais usada como lenha.
Na imagem, uma planta com 1,5 metro de altura cultivada nas margens de um córrego.

Reflorestamento no sítio: Araucária

Nome popular: Araucária, pinheiro-do-paraná
Nome científico: Araucaria angustifolia
Família: Araucariaceae

Originalmente encontrada nos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais (nas áreas de maior altitude), São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Pode atingir 50 metros de altura e seu tronco um diâmetro de 1,80 metro.
A árvore fornece madeira macia, adequada para produção de tábuas, lápis e móveis. Sua durabilidade é baixa se exposta à umidade e também facilmente atacada por cupins.
Produz o pinhão, que é sua semente. Lembrando que a planta é uma gimnosperma, portanto, não produz frutos. O pinhão pode ser consumido cozido ou assado. Também entra na composição de algumas receitas como em bolos e biscoitos.
Tantos as mudas como a árvore no campo tem crescimento lento. Deve ser plantada a sol pleno. Na imagem abaixo, uma planta no campo com dois anos de idade.
Há de se ter o cuidado com formigas-saúva que costumam cortar suas folhas e ramos jovens. Se isto ocorrer, o crescimento da planta é muito prejudicado, podendo levá-la à morte.

Foto do autor.

segunda-feira, 20 de julho de 2020

Reflorestamento no sítio: Guapuruvu

Nome popular: guapuruvu, ficheira
Nome científico: Schizolobium parahyba
Família: Fabaceae

Árvore de grande porte, podendo atingir 30 metros de altura quando as condições do solo e clima são favoráveis. Quando jovem o tronco da planta é verde e se torna cinza quando adulta.
Planta típica da Mata Atlântica, sendo encontrada desde a Bahia até Santa Catarina, inclusive em Minas Gerais.
Na época da floração sua copa fica coberta de flores amarelas, o que acontece entre agosto e outubro.
As flores são atrativas para beija-flores.
Seus frutos amadurecem entre abril e julho. O fruto seco se abre liberando uma semente envolta em um envelope membranáceo. A semente possui um tegumento muito resistente.
Para acelerar a germinação da semente é aconselhável fazer sua escarificação com a ajuda de uma lixa.
A muda tem crescimento rápido. No campo, tem preferência por sol direto e solo úmido, sendo adequada para o plantio ao longos das margens dos rios e córregos. Seu desenvolvimento em encostas, em terrenos secos, é prejudicado, bem como dentro de capoeiras e matas.
A madeira não tem utilidade no meio rural, por ser muito macia e de baixa durabilidade quando exposta às intempéries.
A árvore é ornamental e indicada para a arborização rural e urbana, em espaços amplos, tendo-se o cuidado de não ser cultivada próximo de postes, rede elétrica e casas, pois o tronco se quebra com facilidade sob vento forte.
Na imagem abaixo, a foto de uma planta jovem, com 2,5 metros de altura, no projeto de reflorestamento realizado em um sítio em Minas Gerais.


Guapuruvu - Foto do autor.

Cipó-de-são-joão

Nome popular: cipó-de-são-joão
Nome científico: Pyrostegia venusta
Família: Bignoniaceae

Belo cipó de flores alaranjadas. Seu caule é delicado e pode ser conduzido sobre cercas de arame, caramanchões e muros.
Suas flores são atrativas para algumas espécies de beija-flores. Floresce no inverno e necessita de sol pleno para produzir flores em abundância.
É propagado por estaquia.
Além de ser cultivada como planta ornamental, é empregada na medicina popular.

Foto do autor.


Foto do autor.

Foto do autor.


Primavera: uma cascata de flores

Nome popular: primavera, três-marias ou buganvile
Nome científico: Bougainvillea glabra
Família: Nyctaginaceae

Trepadeira lenhosa, que deve ser cultivada a sol pleno.
De crescimento vigoroso, pode ser conduzida como cerca-viva, arvoreta e trepadeira sobre caramanchões e até sobre árvores, como na foto abaixo. Também pode ser cultivada em vasos grandes sendo conduzida como arbusto.
A espécie é nativa das matas brasileiras.
É uma planta perene e que pode chegar a 6 metros de altura.
Suas pequenas flores de cor creme são protegidas por três brácteas de cor rosa e são atraentes para algumas espécies de beija-flores. Floresce no final do inverno, primavera e verão.
Comumente é multiplicada por meio de estacas com 20 a 25 cm de comprimento e por alporquia.

Primavera crescendo apoiada sobre o tronco de chico-pires. Foto do autor.

Foto do autor.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Jaqueira

Nome popular: jaqueira
Nome científico: Artocarpus heterophyllus
Família: Moraceae

Tem origem na Índia. Se desenvolve melhor em clima tropical e não tolera geadas.
A árvore pode atingir 12 metros de altura. Muito frondosa, com copa ampla. É uma planta lactescente, ou seja, produz látex.
Existem três variedades de jaca no Brasil: jaca-dura ou crocante, jaca-mole e jaca-manteiga.
As flores nascem diretamente do caule, sendo que as flores masculinas e femininas estão separadas em diferentes inflorescências. Delas se desenvolvem os frutos, que são os maiores entre as árvores frutíferas. Tais frutos in natura são muito apreciados na Índia e em algumas regiões do Brasil. O aroma característico do fruto não é agradável para muitas pessoas.
Dos frutos se produz licor e geleias e, colocados para fermentar, é possível produzir um tipo de bebida. Suas grandes sementes podem ser consumidas cozidas ou assadas.
A madeira é resistente ao ataque de cupins e fungos e à ação da água. Devido a essa última característica, é muito utilizada na Índia na confecção de barcos.

Foto do autor.

sábado, 23 de maio de 2020

Oficial-de-sala

Seu nome científico é Asclepias curassavica.
Família: Asclepiadaceae
A planta é natural do continente americano, sendo encontrada em muitos estados brasileiros, principalmente, na região Sudeste.
Sua floração é muito bela. Por trás de sua beleza, entretanto, há a grande toxicidade da planta devido à substância asclepiadina presente em seu látex. O látex exalado por todas as partes da planta, em contato com os olhos, pode causar sérios danos. Se ingerido causa convulsões, parada respiratória, arritmia cardíaca e parada cardíaca, levando à morte de animais, inclusive, de grande porte. Não é à toa que a planta também é chamada de cega-olho, mata-rato e erva-de-satã. Deve-se ter muito cuidado ao manipular a planta e evitar levar as mãos sujas aos olhos e à boca.
Apesar do perigo que representa, algumas pessoas a cultiva como planta ornamental. Porém, não se deve cultivar a planta onde existam crianças e animais de estimação.
Se desenvolve melhor sob sol pleno e à meia-sombra, sendo comumente encontrada nas bordas das matas, em solos mais úmidos.

Foto do autor.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Pitangueira

Nome popular: pitangueira
Nome científico: Eugenia uniflora
Família: Myrtaceae

O nome pitanga provém do tupi e significa vermelho-rubro.
É uma pequena árvore ou arbusto, com até 6 metros de altura. Produz frutos de aroma e sabor intenso. O fruto pode ser consumido in natura ou usado na produção de licor, geleia, sucos, picolés e para aromatizar cachaças. Após o terceiro ano de vida a planta começa a produzir os primeiros frutos.
A planta pode ser cultivada na forma de cerca-viva, próximo à estradas, pois não é consumida pelo gado bovino e equino. Aceita muito bem a poda.
Propagada por sementes que tem alta taxa de germinação, germinando após cerca de 20 dias da semeadura. O tempo de crescimento das plantas no campo é  moderado. Deve ser cultivada sob sol direto.
Pode florescer duas vezes por ano. As flores são muito visitadas por abelhas.
Devido seu pequeno porte e facilidade em ser podada, é planta adequada para pequenos pomares e jardins. Também pode ser explorada na arborização urbana.

Foto do autor.



sexta-feira, 8 de maio de 2020

Alamanda-arbustiva

Nome popular: alamanda-arbustiva
Nome científico: Allamanda laevis
Família: Apocynaceae

Arbusto lactescente (possui látex), que atinge 2 metros de altura.
Deve ser cultivado a sol pleno ou à meia-sombra, aceitando poda de formação.
Pode ser cultivado isoladamente ou formando cercas-vivas.
Planta rústica, que pode ser multiplicada por estacas ou por sementes.

Foto do autor

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Hortência

Nome popular: hortência
Nome científico: Hydrangea macrophylla
Família: Hydrangeaceae

Arbusto muito florífero com inflorescências em forma de buquê. Atinge 1,2 metro de altura.
O pH do solo influencia na cor das flores. Solos mais ácidos estimulam a produção de flores azuis e solos mais alcalinos estimulam a produção de flores róseas.
Pode ser cultivada de forma isolada ou em maciços e, ainda, formando cercas-vivas.
Tem preferência por regiões de clima mais ameno e regiões de altitude.
Deve ser podada no final do inverno para estimular a floração no verão.
Propagada por meio de estacas.

Foto do autor.

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOdnmz9CJ4MQJvXaqeszlsUNwa6A8yasFFTZTIqbKcOhW-ggK_tWCKYsYCPdAqoycjVMKzfO7rJNfGNwNJqX0JgSEko2qg-eRP0XQ28H5N7j7_ywdZpxKPUMdvU_jjf0ENLIu0H0bkswDb/s1600/Hyrdrangea-I.jpg

Fonte: https://i.pinimg.com/originals/e9/d2/5f/e9d25f363109e72478406e3798341f03.jpg

Fonte: https://c2.staticflickr.com/4/3520/3819543599_4401721f5c_b.jpg

Fonte: https://www.wilsonbrosgardens.com/assets/images/Hydrangea-Cardinal-Shrub-In-Bloom.jpg

Duranta-roxa

Nome popular: duranta-roxa
Nome científico: Duranta repens
Família: Verbenaceae

Arbusto muito florífero. Suas pequeninas flores são muito perfumadas e muito visitadas por certas espécies de beija-flores, borboletas e mariposas. A floração se estende por, praticamente, todo o ano.
Muito ramificada, com seus galhos finos e pendentes, a planta atinge 4 metros de altura.
Pode ser plantada isolada ou formando cercas-vivas.
Propagada por meio de estacas e por sementes.

Foto do autor.

Foto do autor.

Borboleta (provavelmente Parides sp.) em duranta-roxa.
Foto do autor.

Fonte: https://flores.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/violeteira-1/violeteira-2.JPG



Jasmim-café

Nome popular: Jasmim-café
Nome científico: Ervatamia coronaria
Família: Apocynaceae

Arbusto, muito ramificado, que pode atingir 3 metros de altura. Sua origem exata é desconhecida, mas é proveniente do continente asiático.
Sua folhagem é de um verde intenso e brilhante tornando-se amarelada na ausência de nitrogênio.
Propagada por estacas e cultivada a sol pleno ou à meia-sombra.

Foto do autor.

Fonte: https://www.floresefolhagens.com.br/jasmim-cafe-tabernaemontana/