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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: saíra-amarela

Nome popular: saíra-amarela
Nome científico: Tangara cayana
Ordem: Passeriformes

A espécie apresenta dimorfismo sexual, sendo que a fêmea não possui a faixa negra típica do macho.
O seu peso é de 20 gramas, atingindo 15 centímetros de comprimento.
Sua alimentação é baseada em frutos como os da amora-preta, aroeira-vermelha e também é comum em comedouros em busca de bananas, laranjas etc.
A fêmea coloca até 3 ovos por postura.
Normalmente a saíra-amarela é vista em casal.
Habita matas abertas, sendo comum também em pomares.

Saíra-amarela macho.
 

domingo, 11 de outubro de 2020

Aves marinhas: Gaivotão

Nome popular: Gaivotão
Nome científico: Larus dominicanus
Ordem: Charadriiformes

É a espécie de gaivota mais comum na costa brasileira.
Chega a atingir cerca de 60 centímetros de comprimento.
Alimenta-se de peixes e crustáceos marinhos. Podendo ingerir restos de alimentos descartados pelo ser humano, por isso, pode ser vista em lixões próximos à costa. Preda também ovos de outras aves
O ninho é construído no solo, em ilhas, onde são colocados até 2 ovos.
Devido sua fácil adaptação aos ambientes alterados pelo ser humano e à competição que impõe às outras espécies, o gaivotão tem se reproduzido facilmente e aumentado sua população no território brasileiro.

Gaivotão jovem.

Gaivotão adulto.

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Bico-de-lacre

Nome popular: Bico-de-lacre
Nome científico: Estrilda astrild
Ordem: Passeriformes

Belo pássaro, que se destaca devido ao detalhe da cor vermelha de seu bico e a listra, também vermelha, que se prolonga até os olhos.
A espécie não é nativa do Brasil, tendo sido introduzida nos séculos passados, vindo a bordo dos navios negreiros que partiram do continente africano.
Normalmente é visto em bandos. Chega a atingir 13 centímetros de comprimento.
Sua alimentação é baseada em sementes de diversas espécies de gramíneas, portanto, é uma espécie que habita os campos e terrenos abertos.
Chega a colocar 3 ovos no ninho que são chocados pelos pais por 13 dias.




 

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Beija-flor-de-banda-branca

Nome popular: Beija-flor-de-banda-branca
Nome científico: Amazilia versicolor
Ordem: Apodiformes

É um dos menores beija-flores desta região de Minas Gerais. Atinge cerca de 8,5 centímetros de comprimento.
Visitante assíduo dos bebedouros colocados para atrair esses simpáticos e agitados moradores das matas mineiras. Costuma evitar a presença de outros beija-flores maiores na competição pela vez de beber o líquido açucarado tão disputado por eles.
Ao buscar o néctar das flores acaba consumindo também pequenos insetos que nelas se encontram.
Chega a colocar dois ovos em cada postura, que ocorre uma vez por ano.


 

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Tico-tico

Nome popular: Tico-tico
Nome científico: Zonotrichia capensis
Ordem: Passeriformes

Também é conhecido como canela-seca e é visto comumente perto dos moinhos de milho, outrora comuns nesta região de Minas Gerais, ciscando a terra em busca de fubá. Quando o proprietário rural coloca fubá para atrair pássaros para próximo de sua residência, uma das primeiras espécies a aparecer é essa. Também é comum perto de currais.
Atinge 15 centímetros de comprimento e não existe dimorfismo sexual entre macho e fêmea.
Sua alimentação consiste principalmente de sementes e insetos.
A reprodução ocorre a partir de setembro até janeiro. A fêmea coloca até 5 ovos cujo período de incubação é de 14 dias. É comum ver tico-ticos alimentando filhotes de chupim, já que este último costuma colocar seus ovos nos ninhos dos primeiros.

Tico-tico

 

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Periquito-rei

Nome popular: Periquito-rei
Nome científico: Eupsitulla aurea
Ordem: Psittaciformes

Mede cerca de 25 centímetros de comprimento.
Quando percebe a presença humana logo alça voo aos gritos.
Se alimenta de frutos, sementes e do néctar das flores do suinã, árvore pertencente ao gênero Erythrina.
Nidifica em ocos nos troncos das árvores e em buracos nos barrancos, colocando até 3 ovos, no período de setembro a dezembro. Costuma voar em casais e em bandos.

Periquito-rei pousado sobre um assa-peixe.

 

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Beija-flor-de-banda-branca

Nome popular: beija-flor-de-banda-branca
Nome científico: Amazilia versicolor
Ordem: Apodiformes

Possui 8,5 centímetros de comprimento.
Alimenta-se de néctar e insetos.
Frequenta bebedouros próximos às residências.
Coloca até dois ovos por ninhada.

Foto do autor.

Foto do autor.



Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Tiê-preto

Nome popular: tiê-preto
Nome científico: Tachyphonus coronatus
Ordem: Passeriformes

Atinge 18 centímetros de comprimento.
O macho é preto e a fêmea é marrom.
Sua dieta alimentar está baseada em frutos, sementes, insetos e quirera de milho.
Pode ser visto em pequenos bandos e frequentemente em casais. Cada ninhada é formada por até 3 ovos.
O macho é bem característico pela presença de um topete vermelho que se mostra quando a ave está excitada e pela presença de penas brancas na parte inferior de suas asas.

Tiê-preto capturando um inseto. Foto do autor.

Macho exibindo o topete vermelho. Foto do autor.

Fêmea. Foto do autor.




Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Tuim

Nome popular: tuim
Nome científico: Forpus xanthopterygius
Ordem: Psittaciformes

Atinge 12 centímetros de comprimento, sendo o menor representante da família dos papagaios e periquitos.
Sua dieta alimentar está baseada em frutos e sementes. Na imagem abaixo, um exemplar se alimentando das sementes de alfavaca.
Constrói seu ninho em ocos de árvores e também aproveita os ninhos vazios do joão-de-barro e de pica-paus pequenos. Chega a colocar 8 ovos por ninhada. Na quinta semana de vida, os filhotes deixam o ninho.
É comum ser visto formando bandos numerosos com 10 a 25 indivíduos.


Foto do autor.

Foto do autor.

Indivíduo consumindo sementes de alfavaca. Foto do autor.

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Gralha-picaça

Nome popular: gralha-picaça
Nome científico: Cyanocorax chrysops
Ordem: Passeriformes

Atinge 34 centímetros de comprimento, sendo que metade corresponde à cauda.
Seu canto é forte e tagarelante.
Sua alimentação é constituída de insetos, frutos, sementes de pinhão, quirera de milho e até ovos de outras aves.
Vive em bandos, com até 20 indivíduos.
Comumente perambula pelas árvores mais altas.
É tida como semeadora do pinheiro-do-paraná, à semelhança da gralha-azul.
Na época da reprodução forma casais, colocando até 7 ovos por ninhada.



Foto do autor.

sábado, 25 de julho de 2020

Ninho do joão-de-barro

O joão-de-barro (Furnarius rufus) produz um ninho fácil de ser identificado no alto das árvores e postes.
Ele é construído com barro, esterco e palha, chegando a pesar 4 quilogramas. Tanto o macho como a fêmea participam da construção do ninho que carregam o barro em seu bico.
Existe uma parede interna separando a entrada do ninho da câmara de nidificação. Isso ajuda a dificultar o acesso dos predadores e protege contra o vento e a chuva.
O ninho não é usado continuamente pelo casal de joão-de-barro, ano após ano. É comum o casal só voltar para o mesmo ninho, dois anos depois de já ter sido usado.
Uma vez abandonado o ninho, ele acaba sendo usado por outras espécies de aves e até mamíferos e répteis.
Pode acontecer de um ninho ser construído sobre outro do ano anterior.
Reza a lenda que quando o joão-de-barro macho é traído pela fêmea, ele a prende dentro do ninho fechando totalmente a entrada.

Foto do autor.

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Beija-flor-tesoura

Nome popular: beija-flor-tesoura
Nome científico: Eupetomena macroura
Ordem: Apodiformes

Seu nome vem de eu = divindade; petonemos = voando; makros = longo; oura = cauda.
A espécie é fácil de ser reconhecida pelo formato de tesoura característico de sua cauda (foto). É bem comum em ambientes urbanos e é tido como um dos beija-flores mais brigões na defesa de seu território.
Atinge até 19 centímetros de comprimento e 11 gramas de peso.
Sua alimentação consiste de néctar das flores e também pequenos insetos.
Na construção do ninho usa painas, musgo, líquens e teias de aranha.
São colocados 2 ou 3 ovos que são incubados pela fêmea. Depois de 16 dias os filhotes nascem. Os filhotes são alimentados com insetos e com 24 dias já alçam o seu primeiro voo e deixam do ninho.

Foto do autor.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Urubu-de-cabeça-preta

Nome popular: urubu-de-cabeça-preta
Nome científico: Coragyps atratus
Ordem: Cathartiformes

Seu nome científico provém de korax = corvo; gops = urubu; atratus = vestido de luto.
Possui cerca de 75 cm de comprimento, 140 cm de envergadura (de uma ponta da asa à outra) e até 1,9 kg de peso, sendo que a fêmea é mais pesada do que o macho.
Costuma voar a grandes alturas aproveitando as correntes de ar. Costuma fazer mergulhos em direção a outro da espécie o que produz um som característico.
Seu olfato não é muito desenvolvido, por isso a identificação de carcaças ocorre principalmente pela visão do alimento ou de outros urubus reunidos próximo a ele.
Alimentação basicamente saprófaga, sendo importantes para reciclar os restos dos animais mortos. É comum ser encontrado nos lixões se alimentando dos restos de comida. Também podem se alimentar de filhotes de tartarugas, por exemplo.
A fêmea coloca até dois ovos dos quais nascem os filhotes com penugem branca.
Forma bandos numerosos que comumente são vistos se aquecendo ao sol.

Foto do autor.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Aves do Rio de Janeiro, Barra Mansa: Quero-quero

Nome popular: quero-quero
Nome científico: Vanellus chilensis

Seu nome científico vem de vanellus diminutivo de vannus = abibe (ave de Portugal); chilensis = referente ao Chile.
A ave possui 27 centímetros de comprimento e 270 gramas de peso.
Na parte anterior de cada asa existe um esporão ósseo com 1 centímetro de comprimento.
Sua alimentação consiste de pequenos invertebrados aquáticos em lodaçais, artrópodes e moluscos terrestres. É comum encontrar casais da ave andando próximo ao gado bovino. Também costuma frequentar campos de futebol.
A fêmea põe até quatro ovos em um ninho escavado no chão.
Quando alguém se aproxima do ninho a ave começa a gritar de forma intensa e pode mesmo atacar o ser humano fazendo voos rasantes sobre ele.


Foto do autor.

Foto do autor.

Aves do Rio de Janeiro, Barra Mansa: Urubu-de-cabeça-preta

Nome popular: urubu-de-cabeça-preta
Nome científico: Coragyps atratus

O nome científico vem de korax = corvo; gups = urubu; atratus = vestido de luto.
Atinge 76 centímetros, sendo o menor dos urubus brasileiros. A envergadura, distância entre a ponta de uma asa e a outra, é de 143 centímetros. A fêmea é maior do que o macho e pode atingir até 1,9 kg.
Sua tática para identificação de carcaças é por meio da visão, principalmente, dos outros urubus que circulam o local onde está o alimento. Isso se deve ao fato de que essa espécie não tem o olfato muito apurado.
Uma característica em seu voo é que tem o hábito de atingir grandes altitudes e também de que em certos mergulhos, a passagem do ar pelas penas das asas produz um som característico.
Ainda que raro de ocorrer, já foi encontrado um exemplar de urubu-de-cabeça-preta albino. Certamente, as chances de sobrevivência desse exemplar na natureza são remotas. Por isso, o animal foi recolhido para um zoológico nos Estados Unidos.
Apesar de se alimentar de carcaças, a espécie também se alimenta de filhotes de tartarugas assim que saem dos ovos nas praias e de filhotes de aves.
A cada postura, a fêmea põe dois ovos. A incubação dura até 48 dias. Ao nascerem, os filhotes têm as penas de coloração clara. Aos dois meses, as penas adquirem a coloração típica dos adultos.

Foto do autor.

Foto do autor.

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Tico-tico

Nome popular: tico-tico; canela-seca
Nome científico: Zonotrichia capensis

Zönë = listrado; thrix = cabelo; capensis = referente ao cabo da Boa Esperança
Mede 15 centímetros de comprimento. Muito comum na região de Andrelândia, é encontrado em áreas abertas, campos e próximo às casas e currais.
Sua alimentação inclui sementes, insetos e fubá que, muitas vezes, é oferecido pelos proprietários rurais com a intenção de atrair o animal para próximo das casas.
A fêmea coloca até 5 ovos que são incubados por 14 dias. Os filhotes deixam o ninho aos 22 dias de vida.
O pássaro chupim costuma colocar ovos no ninho do tico-tico para que sejam chocados e os filhotes criados por este. É comum ver papais tico-ticos alimentando filhotes chupins. Tal atitude prejudica a reprodução dos tico-ticos.

Foto do autor

Ave se alimentando de fubá. Foto do autor

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Sabiá-laranjeira

Nome comum: sabiá-laranjeira
Nome científico: Turdus rufiventris

Turdus = "tordo"; rufus = "castanho"; "vermelho".
Seu canto forte e alegre é muito marcante. É uma das aves mais conhecidas na região Sudeste. Quase sempre presente nos pomares, na área rural ou urbana, praças, jardins e bordas de matas.
É um grande dispersor de sementes, alimentando-se de frutos de diversas espécies de plantas, mas também se alimenta de minhocas, insetos e suas larvas.
Por meio do decreto 46.797/66, o governador de São Paulo, Laudo Natel, instituiu o Dia Estadual da Ave, a ser comemorado todo dia 05 de outubro, de cada ano, tornando ainda o sabiá-laranjeira a ave símbolo do estado.
Posteriormente, por meio do decreto de 3 de outubro de 2002, assinado pelo Presidente da República Fernando Henrique Cardoso, fica instituído o sabiá-laranjeira como ave-símbolo do Brasil.
Em tupi, sabiá significa "aquele que reza muito" em referência a voz dessa ave.
Atinge 25 centímetros de comprimento e chega a pesar 80 gramas.
Pode chocar até 3 vezes por ano, sendo que a fêmea chega a colocar até 4 ovos em cada postura. A incubação dura 13 dias.

Foto do autor


quarta-feira, 29 de abril de 2020

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Seriema

Nome comum: seriema
Nome científico: Cariama cristata

Seu nome científico provém de çariama = nome indígena para a ave; cristata = crista emplumada.
As penas da crista atingem 12 centímetros de comprimento. A ave adulta atinge 70 centímetros de altura, 90 centímetros de comprimento e 1,4 quilo de peso.
Sua alimentação é constituída de insetos, pequenos roedores e répteis, inclusive, serpentes. Também pode se alimentar de milho, para isso, alguns sitiantes colocam cochos com fubá grosso para atrair o animal para próximo das casas, pois sua presença ajudaria a manter serpentes afastadas do local.
Prefere andar pelos campos, porém, quando se sente ameaçada pode alçar voos curtos ou correr a uma velocidade que atinge 50 km/h.
Não há dimorfismo sexual. Machos e fêmeas chocam os ovos, se alternando nesta responsabilidade, por um período de 30 dias.
Após duas semanas sob os cuidados dos pais, os filhotes abandonam os ninhos e adquirem a plumagem típica dos adultos aos 5 meses de vida.
É encontrada normalmente aos pares, podendo formar bandos com 5 indivíduos. Andando pelos campos, de tempos em tempos solta seu canto característico que pode ser ouvido a centenas de metros de distância. Quando uma seriema canta em uma encosta, outra responde ao longe formando um dueto. Comumente é vista caminhando nas proximidades de estradas e rodovias.


Foto do autor.

Indivíduo se alimentando de fubá grosso. Foto do autor.

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Canário-da-terra

Nome comum: canário-da-terra
Nome científico: Sicalis flaveola

Seu nome científico provém de sikalis = pequeno; flavus = amarelo.
Chega a 13,5 centímetros de comprimento e 20 gramas de peso.
O macho leva até 18 meses para atingir a coloração típica das penas do adulto e com 6 meses começa a cantar.
Alimenta-se de grãos, sementes de braquiária. Nas duas primeiras imagens, as aves estão se fartando de fubá grosso de milho.
A fêmea coloca até 4 ovos que são chocados por um período de 15 dias.
Vive em áreas abertas. Quando os campos de braquiária estão com as sementes amadurecendo é comum vê-los, em bando, se fartando.


Bando se alimentando de fubá grosso. Foto do autor.

Bando se alimentando de fubá grosso. Foto do autor.

Indivíduo procurando sementes entre a palhada de capim recém roçado.
Foto do autor.

terça-feira, 28 de abril de 2020

Aves de Minas Gerais, Andrelândia: Pintassilgo

Nome comum: pintassilgo
Nome científico: Spinus magellanicus

Esta ave, com seus 11 centímetros de comprimento, tem um canto maravilhoso. Possui um dos cantos mais belos entre as aves silvestres da região de Andrelândia, MG.
Seu nome científico vem de spinos = ave e magellanica = referente ao Estreito de Magalhães, na Patagônia.
Vive em áreas abertas, sendo visto em meio a pomares.
Se alimenta de grãos, inclusive, dos frutos do picão-preto, conforme registrado em uma das fotos abaixo, quando ainda imaturos, nos meses de janeiro e fevereiro.
Cada ninhada pode ter até 5 ovos e a postura pode ocorrer até 2 vezes por ano. A incubação ocorre durante 13 dias. Os filhotes atingem a maturidade sexual aos 10 meses.

Pintassilgo se alimentando do fruto do picão-preto. Foto do autor.